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Contrato de manutenção inclui 11 elevadores de hospitais da rede pública

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Onze elevadores de hospitais da Secretaria de Saúde (SES-DF) foram incluídos no contrato de prestação de serviços para manutenção. A portaria, publicada na edição do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (16), de forma conjunta com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), tem vigência imediata até o fim do ano.

Portaria da Secretaria de Saúde e Novacap trata de contrato de manutenção de 11 elevadores de hospitais da rede pública | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF

A medida prevê a descentralização do crédito orçamentário do Fundo de Saúde do Distrito Federal para a Novacap no valor de R$ 683,9 mil. O contrato de prestação de serviço abrange a substituição de um elevador do Hospital Regional do Guará (HRGu), além da execução de serviços de manutenção corretiva, preventiva, preditiva e eventual, com fornecimento de peças, materiais de reposição, ferramental e insumos, assistência técnica e quaisquer outros necessários à operação de cinco elevadores localizados no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), quatro no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), um no Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin), antigo Hospital Dia, e outro no HRGu.

Segundo o documento, a descentralização dos recursos ocorrerá de acordo com a disponibilidade orçamentária e cronograma de desembolso do Fundo de Saúde do Distrito Federal. A diretora do HRGu, Roshni Babulal, destacou a importância do contrato. “Vai manter os elevadores em pleno funcionamento pra oferecer os melhores serviços de saúde aos usuários”, explicou.

O diretor de Engenharia e Arquitetura em Saúde da SES-DF, Luiz Otávio Alves Rodrigues, reforçou que a ação é essencial para a rede. “A Novacap já possui outros contratos de manutenção de elevadores e também de outros equipamentos da secretaria. Esses 11 estavam descobertos porque o contrato havia vencido. Essa renovação é essencial para o bom funcionamento das instalações hospitalares, não apenas para os pacientes e internados, mas também para o tráfego de insumos nas unidades”, concluiu.

*Com informações da SES-DF

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