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Cientistas sugerem maneira de prevenir a impotência sexual na velhice

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Cientistas da Suécia acreditam ter descoberto uma maneira de prevenir a impotência sexual na velhice. Para isso, os homens precisam ter uma frequência regular de ereções ao longo da vida, em uma espécie de “treinamento” do corpo.

Quando um homem fica excitado, o cérebro envia sinais nervosos ao pênis. A ativação das terminações nervosas provoca um aumento no fluxo sanguíneo para o corpo cavernoso, principal tecido que compõe o órgão sexual. O aumento do fluxo sanguíneo resulta na ereção.

Os pesquisadores do Instituto Karolinska e da Universidade de Uppsala, ambos na Suécia, descobriram que os fibroblastos, um tipo de célula presente no corpo cavernoso, têm um papel muito importante na regulação do fluxo sanguíneo para o pênis.

Em um experimento com ratos, eles estimularam uma região do cérebro dos animais responsável pela excitação provocando ereções regulares. A partir daí, observaram o número de fibroblastos e descobriram como essas células criam as ereções.

O estudo mostrou que os ratos mais velhos tinham menos fibroblastos no pênis, o que resultava em um menor fluxo sanguíneo para o órgão.

Os cientistas também observaram que, quanto mais ereções os ratos tinham, mais fibroblastos eram criados para ajudar a sustentar ereções futuras. O mecanismo era mais ou menos parecido com o que leva ao aumento de massa muscular, por isso a ideia de “treinar” o pênis.

Novas pesquisas

Os pesquisadores explicam que os fibroblastos causam ereções ao absorver substâncias químicas que levam à expansão dos vasos sanguíneos no pênis. Mas a eficácia desse processo depende do número de fibroblastos existentes no corpo.

“Os fibroblastos são as células mais abundantes no pênis de ratos e humanos, mas têm sido negligenciados nas pesquisas. Agora podemos mostrar, usando um método muito preciso chamado optogenética, que eles têm um papel muito importante na regulação do fluxo sanguíneo no pênis, que torna o pênis ereto”, afirma o pesquisador Eduardo Guimarães, do Departamento de Biologia Celular e Molecular do Instituto Karolinska

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