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Claudia Rodrigues melhora e deixa a terapia semi-intensiva

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Mais uma vitória para Claudia Rodrigues! A atriz de 51 anos apresentou melhora no quadro clínico e, por conta dessa evolução favorável, deixou a Unidade de Terapia Semi-Intensiva do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, no último sábado (17). A boa nova foi revelada por sua empresária, Adriane Bonato. Ela postou um vídeo nas redes sociais, no qual detalha o estado de saúde da humorista carioca. De acordo com Adrisne Bonato, Claudia Rodrigues teve um pré-surto causado pela falta do medicamento que toma para conter os avanços da esclerose múltipla, doença que trata desde .

“Agora, que estamos mais calmos, vou contar o que aconteceu com Claudia. Ela teve alta da Unidade de Terapia Semi-Intensiva na tarde de sábado, dia 17 de julho, e está no quarto. Na sexta feira, dia 16 de julho, ela não fez a infusão do Ocrevus (remédio que trata a esclerose múltipla) para fazer uma infiltração no braço direito que está muito inflamado por consequência de uma ruptura parcial no tendão “, disse.

Adriane destacou ainda que houve uma confusão em relação à vacina contra a Covid-19 e o tratamento da doença autoimune, algo que não foi culpa da equipe médica que trata da atriz.

“Quero deixar claro que cada caso é um caso. Além de ter esclerose múltipla há 21 anos, ela é transplantada, tem desautonomia e tem outros problemas de saúde. Não houve imprudência do médico dela, mas, sim, de quem está coordenando a questão das vacinas “, disparou a empresária.

Claudia Rodrigues deu entrada no hospital no último dia 13 de julho. Na ocasião, a atriz apresentava dormência no braço e na perna direita, além de apresentar quadro grave de cefaleia, febre e confusão mental. A atriz segue internada sem previsão de alta.

É grande a luta de Claudia Rodrigues para vencer os desafios da esclerose múltipla. Vira e mexe a famosa é hospitalizada. No início de abril após mais uma internação, a musa do riso recebeu alta. Em Curitiba, sentiu muita febre, dor no corpo e braço.

À época, de acordo com Adriane Bonato, foi detectada uma lesão na coluna próxima a C5 que está comprimindo a coluna e o nervo, radiando dor para o corpo e para o braço. Em decorrência disso, a artista tinha uma inflamação severa nos ligamentos e tendões do ombro e uma pequena fissura no osso.

Segunda dose antecipada

Adriane Bonato contou no último sábado, dia 17 de julho, que os médicos decidiram por continuar com a suspensão do medicamento Ocrevus, voltado para combater a esclerose múltipla, e antecipar a 2ª dose da vacina da Covid-19. Na quinta-feira (16), a empresária havia dito que ocorreria o contrário.

“Mudanças de planos, vamos antecipar a vacina para depois voltar com o Ocrevus daqui três meses”, contou a empresária.

“A gente estava aguardando sair todos os resultados dos exames da Claudia pra decidir o melhor caminho a seguir. Nós suspendemos a aplicação do Ocrevus (medicamento) hoje, porque além de todos os riscos que ela correria, ela também perderia imunização da Covid. Por isso nós estamos optando em antecipar a segunda dose da vacina da Pfizer, pra depois fazermos o Ocrevus daqui a três meses. E pra ter mais segurança e esperar pra fazer essa dose da medicação, ela vai tomar outra medicação também americana, a Midodrine, que serve pra estabilizar sua ‘desautonomia’ e assim evitar quedas e surtos até que ela possa tomar o Ocrvus”, explicou a empresária.

Adriane Bonato também falou da dor no braço que causou febre alta na atriz. “Quanto à dor no braço direito dela, foi descoberta uma inflamação bem acentuada, por conta de uma ruptura parcial do tendão, que causou a febre alta que ela teve. Optamos por fazer a infiltração no braço dela pra fazer a fisioterapia depois e tentar recuperar o tendão. Caso não recupere, ela terá que fazer uma cirurgia para costurar o tendão. Ela está passando muito bem, graças a Deus. Agradeço as mensagens de carinho e força neste momento”, finalizou.

Claudia foi hospitalizada após apresentar confusão mental, cefaleia e dormência nos membros direitos do corpo. A comediante faz uso de uma medicação importada a cada seis meses e, em junho, ela fez uma pausa no tratamento para poder tomar a primeira dose da vacina da Covid-19.

Na tarde da última quinta-feira, 15 de julho, Adriane Bonato, empresária de Cláudia Rodrigues, gravou um vídeo para pedir orações pela atriz e fez um desabafo preocupante.

“Vim aqui fazer uma denúncia, a vacina da Pfizer ela pode ser tomada num intervalo num intervalo de três semanas e o máximo três meses. Não vim falar de política. Eu não sou PT, eu não sou Bolsonaro. Eu sou brasileira. Eu só queria que respeitassem a gente. Se tivessem escolhido três semanas, ela já estaria imunizada. Ela não estaria passando por tudo o que ela está passando, gente! Amanhã ela vai tomar a medicação da esclerose e a gente não sabe o que vai acontecer. Amanhã vamos estar juntos em oração, por favor”, afirmou.

ENTENDA A ESCLEROSE MÚLTIPLA

De ​​Trata-se de uma doença neurológica desmielinizante (nervos, quando desgastados ou danificados, podendo se deteriorar, causando problemas no cérebro e em todo o corpo), autoimune crônica provocada por mecanismos inflamatórios e degenerativos que comprometem a bainha de mielina que revestem os neurônios das substâncias branca e cinzenta do sistema nervoso central. 

A doença atinge geralmente entre pessoas jovens em média entre 20 e 40 anos de idade, predominando entre as mulheres.  No Brasil, estima-se que existam 40.000 casos da doença, uma prevalência média de 15 casos por 100.000 habitantes, conforme a ultima atualização da Federação Internacional de Esclerose Múltipla e Organização Mundial da Saúde publicadas em 2013. O número estimado de pessoas com Esclerose Múltipla no mundo aumentou de 2,1 milhões em 2008 para 2,3 milhões em 2013. 

As causas envolvem predisposição genética (com alguns genes já identificados que regulam o sistema imunológico) e combinação com fatores ambientais, que funcionam como “gatilhos”: infecções virais (vírus Epstein-Barr); exposição ao sol e consequente níveis baixos de vitamina D prolongadamente; exposição ao tabagismo; obesidade; exposição a solventes orgânicos.

Estes fatores ambientais são considerados na fase da adolescência, um período de maior vulnerabilidade.





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