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Coletiva Negrada apresenta jogo cênico virtual na 8ª Mostra de Artes do Porto Iracema

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Raphaelle Batista – Ascom Porto Iracema das Artes – Texto

“Território: Nano-narrativas abissais” é fruto da pesquisa “Afrografias da Corpa-Jabuti: memória e tempo de uma diáspora entre Quixadá e Fortaleza”, desenvolvida pela Coletiva NEGRADA no Lab Teatro do Porto Iracema

A 8ª Mostra de Artes do Porto Iracema (MOPI), que desde o final de maio vem ocorrendo de forma totalmente virtual nas redes da Escola, segue com as apresentações teatrais. Na quinta-feira (9), às 19h, será exibida no YouTube da Escola “Território: Nano-narrativas abissais”, de Pedra Silva, Amandyra e Viúva Negra. Consistindo em um jogo que funciona como ferramenta de encenação, o trabalho é resultado da passagem das artistas no Laboratório de Teatro 2020-21. Após a estreia, no mesmo canal, acontece um bate-papo das artistas com o público, contando com a presença da tutora, Laís Machado. Tanto a apresentação quanto a live contarão com acessibilidade em Libras.

O termo “Território”, sinalizado no título, demarca a primeira fase do jogo, que apresenta em tela nano-narrativas sobre as “ancestralidades não humanas” das jogadoras, através da improvisação. O trabalho foi desenvolvido no âmbito do projeto “Afrografias da Corpa-Jabuti: memória e tempo de uma diáspora entre Quixadá e Fortaleza”, da Coletiva NEGRADA, formada pelas artistas pesquisadoras.

O teatro remoto na MOPI

O coordenador do Laboratório de Teatro, Levy Mota, destaca que, com as limitações impostas pela pandemia, o teatro em geral e também os artistas da atual edição do Lab tem passado por um grande desafio. Para a finalização da edição 2020-21, “alguns grupos têm optado por experimentações em plataformas de videoconferência, na tentativa de explorar o caráter ao vivo e possíveis interações com o público; outros têm preferido manter formatos presenciais mais tradicionais, mesmo sem público. Em todos os casos, o Núcleo de Audiovisual da Escola (NAVE) tem sido um importante parceiro para realizar a mediação tecnológica, por assim dizer, entre a cena e sua exibição pública”, explica.

Sinopse

“Território: Nano-narrativas abissais” é a primeira fase do jogo desenvolvido pela pesquisa “Afrografias da Corpa-Jabuti”, projeto da Coletiva NEGRADA. Funcionando como uma ferramenta de encenação, o jogo é dividido em três fases: Território, Identidade e Êxodo. Em “Território: Nano-narrativas abissais” as jogadoras compartilham nano-narrativas improvisadas sobre suas ancestralidades não-humanas, a partir de dispositivos poéticos da voz e corpa. O jogo cria camadas que atravessam o limite do espaço-tempo, unindo o improvável da ancestralidade-futura em um experimento real e imaginado.

Ficha técnica

Orientação: Laís Machado
Oficina em Teatro HipHop: Ícaro Rodrigues
Pesquisadoras: Amandyra, Pedra Silva e Viúva Negra
Agradecimentos: Coletiva NEGRADA, Coletivo Yabás, Dani Nega, Diego Araúja, Dona Rita, Ilton Rodrigues, Sanara Rocha, Seu Teco, Plataforma Araká

Sobre as artistas

Amandyra
Amandyra é atuante e performer, graduada em Teatro pela Universidade Federal do Ceará. Atualmente, sua pesquisa é voltada à memória na construção de dramaturgia nas múltiplas linguagens. Buscando formas de materializar na técnica do lambe-lambe e outras performatividades, as experiências de seu corpo-território-preta-mulher. Na coletiva NEGRADA, investiga as narrativas híbridas e expandidas da afro-natividade.

Pedra Silva
Pedra Silva, macumbeira, artista multilingue, arte-aducadore e pesquisadore das encruzilhadas. Transita entre as artes corp-orais e as artes (áudio)visuais. Graduande do curso de Lic. em Teatro do Instituto Federal do Ceará, co-fundadore da Coletiva NEGRADA, integrante do grupo Afrografias – grupo de estudos africanidades brasileiras, núcleo do projeto de extensão Meio Fio de ação e pesquisa (IFCE).

Viúva Negra
Viúva Negra, 25, é atriz, produtora, social media e DJ. Atua como atriz na Coletiva NEGRADA (Nativos Encantados Gerando Rastros Artísticos De Ancestralidade e Aquilombamento), produtora e DJ da Festa CRioula (Coletiva Preta e LGBTQ que usa a música favelada como gancho político y ancestral) e DJ da Festa Suor Preto. Atualmente, estuda música africana e o funk como ênfase de ressaltar a ancestralidade e o futuro, entre os dois gêneros musicais, usando-os como norte de seu trabalho.

Sobre a Escola

O Porto Iracema das Artes é a escola de formação e criação em artes do Governo do Estado do Ceará (Secult), ligada à Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, sob gestão do Instituto Dragão do Mar (IDM). Criada em 29 de agosto de 2013, há sete anos desenvolve processos formativos nas áreas de Música, Dança, Artes Visuais, Cinema e Teatro, com a oferta de Cursos Básicos e Técnicos, além de Laboratórios de Criação. Todas as ações oferecidas são gratuitas.

Serviço

O quê: Coletiva Negrada apresenta jogo cênico virtual na 8ª Mostra de Artes do Porto Iracema
Quando: 8 de julho, a partir das 19h
Onde: Canal do YouTube do Porto Iracema das Artes
Programação online, gratuita e acessível em LIBRAS.





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